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IPAM Amazônia | “As juventudes podem pautar nosso modelo de desenvolvimento”

IPAM Amazônia | Desenvolvimento sustentável da Amazônia pelo crescimento econômico, justiça social e proteção da integridade de seus ecossistemas.

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“As juventudes podem pautar nosso modelo de desenvolvimento”

14.06.2022Notícias
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João Cerqueira. Foto: arquivo pessoal

Por Lays Ushirobira*

A maioria dos jovens brasileiros de 16 a 24 anos apontam a crise ambiental como uma grande ameaça para o futuro, de acordo com pesquisa da Exame/Ideia, que foi divulgada em 18/04 e mapeou a opinião pública da geração Z sobre a política do país. “Nunca foi tão importante fazer um voto apoiando candidaturas que estejam comprometidas a garantir que todos nós tenhamos vidas melhores”, disse João Henrique Cerqueira, ativista da agenda socioambiental e coordenador de relações institucionais do Clima de Eleição. “Se não tem nenhuma pessoa comprometida com esses valores agora, talvez seja momento de você pensar em ser um dos próximos candidatos e liderar esse processo”, disse em mensagem à juventude brasileira.

Em entrevista à equipe do Amazoniar, Cerqueira falou ainda da importância da ocupação de espaços de tomada de decisão, do acompanhamento das políticas locais e da diversidade de candidaturas para garantir a representatividade da população.

Nesses anos de trabalho com a pauta climática, qual foi o seu maior aprendizado que gostaria de passar para o mundo?

Tem muitas pessoas, organizações e movimentos buscando soluções para a crise do clima, além das comunidades tradicionais, que há séculos vivem em seus territórios com muitas tecnologias que deixamos de usar, o que está nos levando a esse colapso. Para mim, um dos grandes aprendizados é olhar para quem já fez e está fazendo pela agenda climática e tentar o máximo possível aprender com essas pessoas para poder adaptar o nosso modelo de desenvolvimento e coexistência com o planeta.

Do que você mais se orgulha de ter feito na/pela Amazônia?

Em 2018, participei de um grande encontro de juventudes no Pará, na região do Tapajós, com o objetivo de criar projetos que fizessem sentido para o máximo possível de juventudes do país. Eu coordenei a criação de um projeto de transição energética, que visava trazer protagonismo dos jovens para transitar nas escolas, de forma que fossem menos dependentes de energias não sustentáveis e, se possível, transformar as escolas para que tivesse autonomia energética. Fizemos escutas com as comunidades que vivem ali ao redor, incluindo jovens, para termos de fato uma ideia de campanha que fosse coesa com as realidades daquelas pessoas. Foi uma campanha de um ano e meio, em nível nacional, e teve vários resultados legais. Então foi um momento super especial para mim.

Qual é a sua leitura sobre o que está acontecendo atualmente na Amazônia?

Acho que o que está acontecendo agora talvez seja uma intensificação do que sempre aconteceu. Na minha percepção, a atual conjuntura dá abertura para que a ótica de exploração extrativista e predatória deixe de ser marginal e se torne central na forma como se olha para o território, às custas das pessoas que vivem ali e do clima global. Pouquíssimas pessoas saem lucrando com isso. Pouco se olhou para a Amazônia de outra forma que pudesse ser mais saudável para o território, para as pessoas que vivem nele, então estamos num momento de intensificação muito triste e que não foge muito do que foi no passado.

Como uma instituição de jovens pode fortalecer a luta pelo clima e pela Amazônia? Como os jovens podem se envolver nas discussões e na prática?

Sou entusiasta da participação da juventude, que tem um potencial muito grande de levantar debates que não estão sendo feitos. Para além disso, a juventude é uma parte significativa da população que geralmente não é representada em espaços de tomada de decisão, então suas agendas precisam ser ouvidas. Trazemos uma visão de inovação, de pensar diferentes modelos. E, por fim, as juventudes de hoje vão viver muito mais tempo com as decisões que estão sendo tomadas agora e a forma como nosso modelo de desenvolvimento tem sido pautado: é o nosso presente-futuro que está em risco. Por que não estamos participando? Por que não podemos influenciar o processo de tomada de decisão ou a forma como esse modelo de desenvolvimento é liderado? Uma forma de impulsionar a participação da juventude é através de coletivos, movimentos, organizações e redes que possam apoiá-los. Já existem muitas iniciativas que podem amparar e ajudar a dar os primeiros passos para melhorar a incidência. É muito difícil fazer as coisas sozinho, então quanto mais coletiva for a ação, melhor.

Como é sua atuação como indivíduo e no coletivo dentro do contexto da agenda climática?

Eu trabalho diretamente com incidência política. Através do Clima de Eleição trabalhamos para que a agenda do clima seja pautada de forma central diretamente para as pessoas que tomam decisões. Temos focado bastante em parlamentares, mas também na incidência com políticos, justamente porque existe uma grande demanda. Tem lideranças com vontade de tocar uma agenda mais ambiciosa para a questão socioambiental, mas não sabem como começar, então grande parte do nosso trabalho está em ajudar no engajamento de candidatos eleitos ou lideranças partidárias para apresentar conteúdo sobre a agenda e ferramentas práticas que podem usar como representantes dos poderes públicos para impulsioná-la. Fazemos todo o trabalho de monitoramento, engajamento e produção de dados para apoiar essas lideranças.

Acreditamos que é possível ter um país engajado pelo clima e essas pessoas são muito importantes. Até quem é engajado com política, muitas vezes não foi na Câmara de Vereadores da cidade, nem foi à uma audiência pública. Poucas pessoas no Brasil já entraram no Congresso Nacional. Isso dá um “conforto” para os tomadores de decisão, porque não estão sendo cobrados no dia-a-dia, então tentamos fortalecer esse processo de cobrança, monitoramento e apoio para garantir que quem foi eleito faça, de fato, políticas públicas para lidar com esse grande desafio. Profissionalmente é isso que eu faço. Individualmente, também sou ativista construindo movimento, organização fora do meu trabalho, uso bicicleta para me locomover, sou vegano e tento apoiar no que for possível para gerar um legado um pouco melhor do que quando cheguei aqui.

Como surgiu a ideia do Ciclimático e como o ativismo do clima pode ajudar no processo de disseminação de conhecimento e engajamento?

A ideia do Cicli veio do entendimento de que, naquela época [2018], quando se falava da agenda de mudanças climáticas, tinha-se uma ideia de urso polar e iceberg derretendo – coisas que não dialogam com a realidade das pessoas no nosso país. É muito complexo comunicar a crise climática se você usa referências que não dialogam com a realidade das pessoas.

Precisamos de sensibilização para um movimento social, político, engajado e preocupado com o assunto e garantir que haja pressão suficiente para pautar políticas públicas ousadas para lidar com esse desafio. A ideia do projeto era buscar histórias reais no Brasil, de pessoas que estão lidando com a crise climática desde já. Fomos fazer essas escutas de bicicleta, justamente para não emitir gases de efeito estufa.

Entregamos essas histórias para representantes eleitos, porque parlamentares geralmente não conhecem as pessoas do território e dificilmente vão a campo para conversar com as comunidades que vivem ali. Queríamos de alguma forma cortar essa distância e unir as pessoas que estão sendo impactadas com as que tomam decisões de políticas públicas. Tivemos um caso super legal no Paraná, onde fizemos uma viagem pelo litoral caiçara e indígena, que é uma área ameaçada por grandes obras de infraestrutura com a construção de um porto e uma estrada de acesso que vai passar em dois territórios indígenas. Entregamos para um dos parlamentares estaduais que depois foi presencialmente conversar com essas mesmas pessoas e começou a criar uma série de políticas públicas para aquelas comunidades no território. O ativismo tem um potencial muito grande de gerar mudanças sistêmicas se feito de forma estratégica, com visão de inclusão, de não ser uma ação pontual. Com foco em políticas públicas podemos gerar um grande impacto e o ativismo é importante para isso.

De que forma você acha que o Poder Legislativo impacta a pauta climática e qual é a importância dessas eleições para o futuro da Amazônia?

No Brasil, temos uma tendência de olhar muito ao Poder Executivo e temos uma relação muito passional com as candidaturas, o que acaba reduzindo a atenção no Poder Legislativo e gerando grandes distorções de como a sociedade é representada. Em última instância, o Legislativo deveria ser a expressão da população brasileira, mas quando olhamos para as lideranças eleitas no Congresso Nacional ou em qualquer Assembleia Legislativa, elas são muito distantes da realidade das pessoas. Em geral, a maioria é branco, hétero, cisgênero, que representa grandes poderes econômicos e consegue acumular capital político para sempre ser eleito e fazer prevalecer interesses dentro do processo de tomada de decisão. Há oportunidade de tornar esses espaços mais representativos para que de fato expressem o que a sociedade brasileira é e precisa.

Decisões que representem os interesses da população não serão tomadas no nível legislativo enquanto esses espaços não forem tão diversos quanto os brasileiros são. A população brasileira tem um posicionamento pró-conservação, pró-meio ambiente, pró-Amazônia, mas como esses grupos pequenos ocupam tanto espaço dentro do Legislativo, em geral os interesses que prevalecem é do extrativismo predatório. O Legislativo tem um potencial imenso: é ali onde as grandes políticas públicas são desenhadas, podem ser barradas, onde existe um poder de fiscalização do Executivo. Ele é um braço forte de incidência política e, se a maioria nesse espaço quer preservar interesses predatórios, resulta que não saímos do lugar. Se uma pessoa incrível for eleita para o Executivo, com interesse em fazer um novo modelo de desenvolvimento pautado em justiça socioambiental, ela não vai conseguir se mexer sem o apoio do Legislativo.

Para mim, essas são as eleições mais importantes da nossa história. Nunca tivemos um processo eleitoral tão determinante para o presente-futuro do nosso país e do nosso planeta. Nos últimos anos, vivemos muito retrocesso e destruição da agenda. O que precisamos fazer agora não é só reconstruir, mas avançar muito rápido: retomar tudo o que foi desmontado e criar uma nova agenda socioambiental mais ambiciosa. Não fazer isso agora é colocar em risco o próprio sucesso da agenda climática global. Não temos até 2030 para começar a fazer esse processo, precisamos chegar lá com as coisas já andando para uma agenda de saldo neutro de carbono até 2040 e, na pior das hipóteses, em 2050. Se não tivermos um bom resultado eleitoral, daqui a quatro anos talvez seja tarde demais. Já é tarde, porque o país tem cada vez mais eventos climáticos extremos, não está adaptado para isso e milhares de pessoas estão sendo impactadas. Lembrando que os impactos climáticos sempre vão ter classe, raça e gênero das pessoas mais impactadas bem demarcados. Isso já afeta a agricultura, o setor industrial, as nossas relações internacionais. Esperar mais quatros anos já vai ser tarde para muitas pessoas diretamente impactadas, mas também para o nosso desenvolvimento, a economia, a redução das desigualdades.

Estudos mostram que, embora a floresta amazônica esteja sob os holofotes do mundo nos últimos anos, várias Assembleias Legislativas dos nove estados da Amazônia não priorizam a proteção do território, as estratégias de desenvolvimento sustentável e a agenda ambiental nas suas propostas de lei. Por que você acha que isso acontece? Qual é a importância de o eleitor estar atento a isso?

Em 2020, fizemos uma análise do plano de governo das candidaturas das capitais brasileiras para tentar identificar como a agenda climática era incluída ou não. A região do Brasil com menor reconhecimento de que vivemos uma crise climática em plano de governo foi o norte. Por mais que todos os biomas sejam super impactados, geralmente a Amazônia é a mais discutida internacionalmente, mas isso não se reflete em forma de propostas das lideranças para o presente-futuro. A minha hipótese é de que esses setores extrativistas predatórios dialogam com um lugar traiçoeiro de dizer que vão trazer desenvolvimento econômico e que isso seria uma forma de reduzir as desigualdades na região, o que não se reflete na realidade. Nos últimos anos, esse modelo tem mostrado a sua faceta mais destrutiva. Não está diminuindo a desigualdade, nem está melhorando a vida das pessoas mais vulneráveis do território, mas é muito forte em termos de comunicação, de poder econômico-político e reforça a narrativa de que plantar soja vai melhorar a vida das pessoas, diminuir a insegurança institucional, trazer mais serviços públicos, o que não está acontecendo. Vejo que existe a necessidade de fazer um processo de conversão dos partidos políticos que estão lá e que não estão alinhados com a agenda, porque muitos partidos a nível nacional têm um posicionamento de defesa de direitos socioambientais, mas as lideranças eleitas no território não estão colocando dessa forma. Há uma distorção bem grande entre a realidade e os argumentos.

Qual é a importância dos tomadores de decisão e da administração pública no nível local? Qual é o poder da sociedade civil nesse contexto?

Vou extrapolar um pouco a fronteira do território: diria que qualquer poder local, mais próximo da população, é onde conseguimos falar com o tomador de decisão com mais facilidade. Na prefeitura e na Câmara de Vereadores do nosso município… é onde conseguimos ter um contato direto com lideranças que estão tomando decisões e é muito mais fácil do que ir à Brasília ou à capital do seu Estado, caso você não more nessas cidades. Na capital do estado, ainda tem uma sobreposição, porque você pode acessar ao mesmo tempo a prefeitura, o governo estadual, a Assembleia Legislativa e a Câmara de Vereadores. É no nível local que precisamos começar uma estratégia de adaptação e podemos influenciar certas políticas públicas de descarbonização (como transporte, zoneamento urbano, o uso do solo), embora haja municípios na Amazônia com tamanho de países, o que dificulta a participação de pessoas que estão distantes do polo administrativo. Quanto mais próximo de onde você está, mais possível é acessar um processo de tomada de decisão e gerar algum tipo de influência nas políticas públicas. Esse poder local não é tão acessado: são poucas ONGs, instituições de pesquisa que vão ao município do interior fazer uma incidência com as lideranças, então existe uma grande oportunidade de acessar esses tomadores de decisão que poderiam fazer um trabalho mais qualificado, com base em dados e direcionados a gerar um impacto melhor para a gente.

O que você acha que não funciona mais na política e o que nós poderíamos mudar daqui para frente?

Eu acho que um ponto base que tem potencial de melhorar muita coisa é mudar a forma como votamos e fazer votos mais diversos. Trazer para a política institucional mais mulheres, pessoas pretas, indígenas, LGBTQIA+, conectadas a outros grupos de interesse. O voto diverso não vai necessariamente trazer pessoas que vão defender agendas diversas, mas ainda assim eu acredito que podemos estimular um pouco mais o nosso olhar para as candidaturas de uma forma mais diversa e melhorar muito a forma como as decisões são tomadas no nosso país, aproximando-nos mais da realidade da nossa população. Outro ponto talvez seja a participação social para além das eleições. Se tivéssemos uma sociedade civil engajada – e eu entendo que são muitos desafios para uma pessoa da sociedade civil ser engajada no nosso país, onde grande parte tem insegurança nutricional, onde a violência dizima parcelas da população -, isso tem um potencial muito grande de revolucionar as coisas. Se a nossa sociedade não olhasse só para as eleições como momento de participação cidadã, mas também cobrasse parlamentares no dia-a-dia, participasse de movimentos engajados fazendo uma incidência política estratégica, esses representantes eleitos não se sentiriam tão livres para fazer tanta coisa errada.

Qual mensagem gostaria de passar às próximas pessoas que assumirem a presidência do país?

Vamos estar não só de olho, mas também presencialmente, acompanhando o que vocês vão fazer e não vamos deixar que o que foi feito até então – em relação aos últimos quatro anos de presidência – se torne a regra. Vamos colocar a régua cada vez mais para cima e não aceitaremos que ela desça porque é o nosso presente-futuro que está em risco, e deixar o que aconteceu se repetir é aceitar que muitas outras pessoas vão ter vidas muito piores. Não vamos deixar isso acontecer.

Qual é a mensagem que deixaria para os jovens do Brasil e de todo o mundo antes das eleições?

Vocês têm um poder imenso através do voto. Por mais que pareça simbólico, não é. Nunca foi tão importante fazer um voto apoiando candidaturas que estejam comprometidas a garantir que você, seus parentes, seus filhos tenham vidas melhores. Se não tem nenhuma pessoa comprometida com esses valores agora, talvez seja momento de você pensar em ser uma dessas candidaturas e liderar esse processo. Não temos tempo para esperar, então, se não for esse ano, prepare-se para os próximos dois e continue apoiando candidaturas comprometidas a evitar o nosso colapso como sociedade.

Sobre o Amazoniar

O Amazoniar é uma iniciativa do IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) para promover um diálogo global sobre a Amazônia e sua importância para as relações do Brasil com o mundo. No seu quarto ciclo, o Amazoniar promoverá uma série de entrevistas com jovens brasileiros e estrangeiros que inspiram a mobilização por justiça climática, especialmente na Amazônia. Em junho, os bate-papos serão publicados semanalmente na íntegra no site do IPAM. Inscreva-se na newsletter para receber as próximas entrevistas!

*Jornalista e consultora de Comunicação no IPAM


Este projeto está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Saiba mais em https://brasil.un.org/pt-br/sdgs.