A publicação tem como objetivo contribuir para o fortalecimento das políticas públicas de proteção territorial indígena, destacando o papel estratégico das iniciativas de vigilância autônoma conduzidas por coletivos e organizações indígenas no país. Essas ações vêm se consolidando como respostas fundamentais diante do avanço de crimes ambientais, invasões e violações de direitos em territórios tradicionais, integrando conhecimentos tradicionais, tecnologias de monitoramento e articulação institucional.
O documento reúne experiências, boas práticas e desafios relacionados aos sistemas indígenas de vigilância territorial, além de apresentar recomendações para ampliar a integração entre as iniciativas comunitárias e os mecanismos estatais de proteção e fiscalização.
As análises foram construídas a partir de reuniões técnicas, oficinas participativas, intercâmbios e eventos realizados entre 2024 e 2025, no âmbito do projeto SAR-TI, desenvolvido pelo UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime) com apoio do MAECI (Ministério de Assuntos Estrangeiros e Cooperação Internacional da Itália), com meta de fortalecer respostas coordenadas aos crimes ambientais associados à mineração ilegal em territórios indígenas.
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