O ano de 2024 nos deu alguns motivos para seguir acreditando que é possível reverter um cenário de colapso global. Vimos a redução do desmatamento continuar na Amazônia e o Cerrado começar a acompanhar essa tendência. Mas é preciso mais que isso. Passamos pelo ano mais quente da história: o primeiro que quebrou a marca de 1,5°C acima da temperatura média global. Ainda que não represente uma falha do Acordo de Paris, dado que o compromisso se refere a limitar em 1,5°C o aquecimento medido num intervalo de 20 a 30 anos, o marco negativo é um chacoalhão. Faz-se urgente construir caminhos para que a perda das nossas florestas seja estancada de uma vez por todas.
Solving Brazil's land use puzzle: Increasing production and slowing Amazon deforestation
Brazil has become an agricultural powerhouse, producing roughly 30 % of the world’s soy and 15 % of its beef by 2013 – yet historically much of that growth has come at the expense of its native ecosystems. Since 1985, pastures and croplands have replaced nearly 65...





