Cenários espaçotemporais para o desmatamento na Amazônia Legal brasileira

30 de abril de 2024

abr 30, 2024

Andrea Santos Garcia, Rafaella Almeida Silvestrini, Alvaro Maia Batista, Lais Ferreira, Marek Hanusch, Philipp Kollenda, Carla Cristina Solis Uehara e Dieter Wang

Pesquisadores do IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) criaram, em parceria com o Banco Mundial,  uma plataforma onde é possível prever o risco de desmatamento e estimar as áreas futuramente desmatadas nos estados da Amazônia Legal. A pesquisa pretende combinar os efeitos macroeconômicos com governança local para premeditar a perda de vegetação nativa na região. Os resultados podem informar políticas públicas e iniciativas privadas que visam a redução do desmatamento.

De acordo com o modelo da plataforma, o desmatamento brasileiro é fruto da relação entre fatores macroeconômicos, da governança ambiental e da vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa. Enquanto os fatores macroeconômicos são usados para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os fatores de governança e vulnerabilidade são usados para estimar o local com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos – quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas deslocado.

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IPAM lança estudo em parceria com o Global Canopy Programme, Fauna & Flora International (FFI), Iniciativa Financeira do PNUMA (UNEP/FI) e a Biofílica, intitulado “Estimulando a Demanda Interina por Reduções de Emissões de REDD+: A Necessidade de Intervenção Estratégica de 2015 a 2020”. O relatório mostra como a demanda por unidades de reduções de emissões de REDD+ é drasticamente inferior à oferta, no período interino entre 2015 e 2020.