Fire as a fundamental ecological process: Research advances and frontiers

18 de abril de 2020

abr 18, 2020

Kendra K. McLauchlan, Philip E. Higuera, Jessica Miesel, Brendan M. Rogers, Jennifer Schweitzer, Jacquelyn K. Shuman, Alan J. Tepley, J. Morgan Varner, Thomas T. Veblen, Solny A. Adalsteinsson, Jennifer K. Balch, Patrick Baker, Enric Batllori, Erica Bigio, Paulo Brando, Megan Cattau, Melissa L. Chipman, Janice Coen, Raelene Crandall, Lori Daniels, Neal Enright, Wendy S. Gross, Brian J. Harvey, Jeff A. Hatten, Sharon Hermann, Rebecca E. Hewitt, Leda N. Kobziar, Jennifer B. Landesmann, Michael M. Loranty, S. Yoshi Maezumi, Linda Mearns, Max Moritz, Jonathan A. Myers, Juli G. Pausas, Adam F. A. Pellegrini, William J. Platt, Jennifer Roozeboom, Hugh Safford, Fernanda Santos, Robert M. Scheller, Rosemary L. Sherriff, Kevin G. Smith, Melinda D. Smith, Adam C. Watts

Fire is a powerful ecological and evolutionary force that regulates organismal traits, population sizes, species interactions, community composition, carbon and nutrient cycling and ecosystem function. It also presents a rapidly growing societal challenge, due to both increasingly destructive wildfires and fire exclusion in fire-dependent ecosystems. As an ecological process, fire integrates complex feedbacks among biological, social and geophysical processes, requiring coordination across several fields and scales of study.

Here, we describe the diversity of ways in which fire operates as a fundamental ecological and evolutionary process on Earth. We explore research priorities in six categories of fire ecology: (a) characteristics of fire regimes, (b) changing fire regimes, (c) fire effects on above-ground ecology, (d) fire effects on below-ground ecology, (e) fire behaviour and (f) fire ecology modelling.

We identify three emergent themes: the need to study fire across temporal scales, to assess the mechanisms underlying a variety of ecological feedbacks involving fire and to improve representation of fire in a range of modelling contexts.

Synthesis: As fire regimes and our relationships with fire continue to change, prioritizing these research areas will facilitate understanding of the ecological causes and consequences of future fires and rethinking fire management alternatives.

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ODS 15

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Os Sistemas Agroflorestais (SAFs) com cacaueiro, além de serem uma alternativa para a recuperação de áreas desmatadas e degradadas da Amazônia, integram floresta e agricultura, ao mesmo tempo provendo serviços ambientais como a manutenção da biodiversidade, a manutenção do ciclo da água e do estoque de carbono, gerando uma externalidade positiva e passível de compensação. Mesmo colaborando com a manutenção destes serviços ecossistêmicos, ainda não é claro como os produtores destes sistemas podem ser recompensados. A compensação pelos serviços ambientais prestados poderia ser um estímulo para produtores optarem pela produção agroflorestal.

Assim, o presente trabalho tem como objetivo apresentar um modelo para este tipo de compensação, no âmbito de REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal), a partir de cálculos considerando o estoque de carbono e sua relação com benefícios socioambientais em Sistemas Agroflorestais com cacaueiro, na região de influência da rodovia Transamazônica (BR-230). O mecanismo de compensação deve apresentar uma interação entre as dimensões social, econômica e ambiental de forma atrativa ao produtor e alinhada à conservação da floresta.

Este modelo poderá ser consolidado como um novo mecanismo de financiamento e desenvolvimento da Amazônia no âmbito de uma política de REDD.