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IPAM Amazônia | Projeto Negócios Familiares Sustentáveis aumenta renda de participantes em 61%

IPAM Amazônia | Desenvolvimento sustentável da Amazônia pelo crescimento econômico, justiça social e proteção da integridade de seus ecossistemas.

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Projeto Negócios Familiares Sustentáveis aumenta renda de participantes em 61%

03.03.2021Notícias
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Feira da Produção Familiar de Pacajá. Foto: Denise Reis/IPAM *Imagem registrada antes da pandemia

O Projeto Negócios Familiares Sustentáveis, uma iniciativa do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) com o apoio da Eletronorte, beneficiou 350 famílias dos municípios paraenses de Santarém, Aveiro, Itaituba e Pacajá, e aumentou em 61% a renda bruta dos produtores beneficiados pela iniciativa.

Os resultados e as experiências da ação, executada entre 2018 e 2020, foram compartilhados na quarta-feira (3) em um evento online transmitido pelo canal do IPAM no YouTube. O webinário contou com a mediação do diretor-executivo do Instituto, André Guimarães, e com a participação de outros representes do órgão, da Eletronorte, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e de agricultores que fizeram parte do projeto.

Os frutos colhidos

Executada na região oeste do Pará, com o objetivo de fortalecer o desenvolvimento produtivo e econômico da região, a iniciativa priorizou a melhoria da renda e a qualidade de vida da população aliadas à conservação das florestas, utilizando-se de manejos sustentáveis.

Uma das beneficiadas pelo Projeto, a agricultora Maria da Cruz afirmou que o auxílio dos técnicos foi fundamental. “Antes trabalhávamos por conta própria, produzindo apenas para o nosso próprio consumo. Com a assistência, foi possível comercializar os alimentos e conseguimos melhorar a renda da família”, destacou.

Manoel Missias, outro produtor favorecido pela iniciativa, expôs as dificuldades em sua região antes da implementação do Projeto. “As pessoas estavam desistindo do seu trabalho por não ter para quem vender. Agora, com esses incentivos, conseguimos criar um grupo consolidado de agricultores que está beneficiando até mesmo o município, uma vez que os consumidores estão vindo atrás desses alimentos sem agrotóxicos”, comemorou.

Ao todo, 11 assentamentos receberam auxílios diretos, seis negócios familiares coletivos foram apoiados, duas cooperativas criadas e 11 contratos de comercialização firmados por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

A iniciativa ofereceu assistência técnica e orientação de produção para mercados abertos e institucionais, além de capacitações e acesso a tecnologias da informação e comunicação. Também implementou estruturas (feiras) para comercialização, apoiou na logística de transporte dos produtos e monitorou todo o processo, analisando o aumento de renda das famílias envolvidas.

O projeto faz parte dos Programa de Ampliação de Reforços (PAR) e Programa de Investimentos em Modernização de Instalações de Interesse Sistêmico (PMIS), incluindo investimentos sociais de empresas (ISE). O empreendimento foi dividido em três subcréditos que contaram com o empréstimo aprovado de R$ 357,8 milhões do BNDES.

Gerente do Departamento de Relacionamento de Impacto com o Setor Corporativo do BNDES, Vanessa Mesquita explicou que a decisão de financiar o projeto foi tomada após uma análise minuciosa. “Concluímos que a iniciativa se encaixava dentro dos modelos que acreditamos, e realmente trata-se de um empreendimento muito bonito e estruturado”, afirmou.

O gerente do Departamento de Empreendimentos da Transmissão, Newton Zerbini, explicou que a relação entre a Empresa e a agricultura familiar é maior do que parece. “Precisamos que a floresta, a terra e as bacias sejam bem ocupadas e preservadas para garantir que nossos reservatórios tenham água. Dessa forma, prevenimos o assoreamento ou outros problemas que possam vir a impossibilitar a transmissão de energia e prejudicar esta ou as futuras gerações”, reforçou.

Lucimar Souza, da Diretoria de Desenvolvimento Territorial do IPAM, ressaltou que apesar dos diversos desafios apresentados pela Região Amazônica para a implementação de projetos assim, os resultados são satisfatórios. “Iniciativas como essa podem ser reproduzidas em diversas cidades da Amazônia. O PAA e o PNAE são duas políticas que já existem e que podem ser executadas em qualquer lugar da região, basta que os nossos gestores públicos confiem”, finalizou.

Clique aqui para assistir ao evento na íntegra.


Este projeto está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Saiba mais em https://brasil.un.org/pt-br/sdgs.