O ano de 2024 nos deu alguns motivos para seguir acreditando que é possível reverter um cenário de colapso global. Vimos a redução do desmatamento continuar na Amazônia e o Cerrado começar a acompanhar essa tendência. Mas é preciso mais que isso. Passamos pelo ano mais quente da história: o primeiro que quebrou a marca de 1,5°C acima da temperatura média global. Ainda que não represente uma falha do Acordo de Paris, dado que o compromisso se refere a limitar em 1,5°C o aquecimento medido num intervalo de 20 a 30 anos, o marco negativo é um chacoalhão. Faz-se urgente construir caminhos para que a perda das nossas florestas seja estancada de uma vez por todas.
Animais como Indicadores
Estudo baseado em pesquisas bibliográficas para avaliar as respostas da fauna à exploração madeireira em florestas tropicais.





