Padrões de Sustentabilidade na cadeia de valor da Castanha-do-brasil

14 de julho de 2020

jul 14, 2020

Instituto Terroá, GIZ, Mapa, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Renata Maria Guerreiro Fontoura Costa, Luís Fernando Iozzi Beitum, Terciano Beltrano, Thiago Oliveira Basso, André Machado, David Escaquete, Dolores Teixeira de Brito, Gabriela Campos Aguiar, Guilherme Augusto, Carminato Bircol, Gunter Viteri, Maria Luiza Benini, Mayara de Oliveira Biliati, Rogerio de Oliveira Corrêa, Fábio Vailatti, Isaque Mopilô Tava Suruí, José E. Oliveira Neto, Paulo César Nunes, Raoni N. da Silva, Taysa Faltz Macedo, Thiago Valença

 

O objetivo deste estudo é apresentar Padrões de Sustentabilidade adotados atualmente na cadeia da castanha-do-brasil – com destaque para alguns dos esquemas de certificação mais utilizados – a partir de estudos de caso de associações, cooperativas e empresas certificadas atuantes no setor. O documento visa ainda provocar uma análise problematizadora, com o propósito de subsidiar novas intervenções que fortaleçam e promovam práticas ambientais e sociais responsáveis para esta cadeia de valor

O presente estudo foi realizado pelo Instituto Terroá no âmbito do Projeto Mercados Verdes e Consumo Sustentável, uma parceria entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável (GIZ), conduzido pelo consórcio Eco Consult / IPAM. É também um resultado engendrado pela iniciativa Diálogos Pró-Castanha do brasil.

O material faz parte do Módulo Laranja, chamado “Diferenciação de Mercados”, um dos sete temas  que compõem o Programa CapGestão Amazônia.

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