Effects of high-frequency understorey fires on woody plant regeneration in southeastern Amazonian forests

22 de abril de 2013

abr 22, 2013

Jennifer K. Balch, Tara J. Massad, Paulo Brando, Daniel C. Nepstad, Lisa M. Curran

Anthropogenic understorey fires affect large areas of tropical forest, yet their effects on woody plant regeneration post-fire remain poorly understood. We examined the effects of repeated experimental fires on woody stem (less than 1 cm at base) mortality, recruitment, species diversity, community similarity and regeneration mode (seed versus sprout) in Mato Grosso, Brazil.

From 2004 to 2010, forest plots (50 ha) were burned twice (B2) or five times (B5), and compared with an unburned control (B0). Stem density recovered within a year after the first burn (initial density: 12.4–13.2 stems m−2), but after 6 years, increased mortality and decreased regeneration—primarily of seedlings—led to a 63 per cent and 85 per cent reduction in stem density in B2 and B5, respectively. Seedlings and sprouts across plots in 2010 displayed remarkable community similarity owing to shared abundant species.

Although the dominant surviving species were similar across plots, a major increase in sprouting occurred—almost three- and fourfold greater in B2 and B5 than in B0. In B5, 29 species disappeared and were replaced by 11 new species often present along fragmented forest edges. By 2010, the annual burn regime created substantial divergence between the seedling community and the initial adult tree community (greater than or equal to 20 cm dbh). Increased droughts and continued anthropogenic ignitions associated with frontier land uses may promote high-frequency fire regimes that may substantially alter regeneration and therefore successional processes.

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