Amazon wildfires: Scenes from a foreseeable disaster

15 de maio de 2020

maio 15, 2020

Paulo Brando, Marcia Macedo, Divino Silvério, Ludmila Rattis, Lucas Paolucci, Ane Alencar, Michael Coe, Cristina Amorim

The Amazon forests main protection against fire is its capacity to create a moist understory microclimate. Roads, deforestation, droughts, and climate change have made this natural firebreak less effective. The southern Amazon, in particular, has become more flammable and vulnerable to wildfires during recent droughts. The drought of 1997/98 first showed that fires could escape from agricultural fields and burn standing primary forests that were once considered impenetrable to fire. The spread of forest fires during other 21st-century droughts suggests that this pattern may well be the new normal. With the landscape becoming more flammable, reducing sources of ignition and the negative effects of deforestation is crucial for avoiding severe degradation of Amazon forests. Unfortunately, recent increases in deforestation suggest that Brazil is moving in the opposite direction. Keeping pace with the rapid changes in the regions fire regimes would require innovation; cooperation across political boundaries; and interagency communication on a scale never seen before. While Brazils past success in reducing deforestation suggests that it could be an effective leader in this regard, its sluggish response to the 2019 fires tells quite a different story. But the fact remains that the future of the Amazon depends on decisive action now.

Baixar (sujeito à disponibilidade)

Download (subject to availability)

Veja também

See also

Economia da Mudança do Clima no Brasil: custos e oportunidades – sumário executivo

Economia da Mudança do Clima no Brasil: custos e oportunidades – sumário executivo

O estudo Economia da Mudança do Clima no Brasil: custos e oportunidades foi inspirado no Relatório Stern, do Reino Unido, que fez uma abrangente análise econômica do problema das mudanças climáticas em nível global. Desenvolvido por instituições públicas brasileiras atuantes na área, o estudo tem como premissas o rigor científico, a liberdade de pensamento e a busca de consenso através do diálogo entre todos os seus autores, seus revisores e os membros do Conselho de Orientação. Devido a seu pioneirismo, os resultados devem ser vistos como primeiras aproximações sobre um tema complexo, servindo como contribuição para o debate.

O apagão das brigadas indígenas e a vulnerabilidade das terras indígenas aos incêndios na Amazônia brasileira em 2021

O apagão das brigadas indígenas e a vulnerabilidade das terras indígenas aos incêndios na Amazônia brasileira em 2021

Na Amazônia brasileira, o uso do fogo é praticado milenarmente pelos povos originários. A prática da queimada foi intensificada na região quando a abertura de estradas no coração da maior floresta tropical do planeta promoveu a ocupação da Amazônia pelos povos não...