Paralelo ao movimento dos seringueiros para proteger as florestas e seu modo de vida, comunidades ribeirinhas da várzea do Rio Amazonas têm se organizado para proteger seus lagos da pressão da pesca comercial. No processo, as comunidades estão desenvolvendo uma nova forma de manejar seus recursos pesqueiros que representa uma adaptação às novas condições, resultando do desenvolvimento da pesca comercial. O elemento central dessa nova estratégia é o acordo de pesca, em que uma ou mais comunidades delimita um conjunto de lagos de várzea e define regras de pesca.
Fundamentos para um plano indígena de enfrentamento às mudanças climáticas
Publicação realizada pela Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) em parceria com o IPAM reúne perspectivas indígenas e fundamentos para um plano indígena de enfrentamento às mudanças climáticas.