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IPAM Amazônia | Populações vulneráveis ganham espaço em evento internacional

IPAM Amazônia | Desenvolvimento sustentável da Amazônia pelo crescimento econômico, justiça social e proteção da integridade de seus ecossistemas.

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Populações vulneráveis ganham espaço em evento internacional

22.03.2018Notícias
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Hoje, 22 de março, é o Dia Mundial da Água e na Amazônia, apesar da abundância de recursos hídricos na região, uma considerável parte da população rural não possui acesso a fontes seguras de água potável. Buscando trazer soluções para esse desafio, o projeto “Nossa Água” beneficiou cerca de 500 famílias de assentamentos rurais da região Norte do país utilizando tecnologias sociais ao implementar 156 sistemas de abastecimento de água.

O IPAM apresentou essa iniciativa em duas sessões do 8º Fórum Mundial da Água, evento internacional que acontece essa semana em Brasília. Na primeira, “Realidades invisíveis”, trouxe a questão humanitária para o debate levantando os assuntos ambientais, tecnológicos e educacionais para a gestão e sustentabilidade dos recursos hídricos.

Para a pesquisadora do IPAM, Erika Pinto, dar voz aos que sofrem diariamente com a falta de água é um caminho imprescindível. Existe a urgência de proporcionar o acesso equitativo a serviços de água para assentamentos rurais da Amazônia, refugiados e outras populações com alta vulnerabilidade social.

“É importante trazer para o fórum o problema de água sofrido pelas comunidades que costumam ficar a margem desse debate. Precisamos dar escala a iniciativas, abranger um número maior de pessoas e trabalhar de forma integrada para promover o desenvolvimento que a gente chama de sustentável, mas com a participação dessas populações na construção de estratégias e soluções adequadas para cada realidade.”

Na segunda sessão, “Pessoas, ciência e governos: dados e conhecimento sobre água e metas climáticas”, foi enfatizado o papel da ciência do cidadão como um importante impulsionador para ajudar a resolver os problemas de água enfrentados no mundo inteiro.

“Os processos de divulgação e tomada de decisão têm que ser um esforço integrado entre governo, academia, empresas, sociedade civil e as populações vulneráveis”, afirma Erika Pinto.

O projeto foi executado pelo IPAM com apoio do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), e em parceria com o INCRA e organizações de base de três territórios da região oeste do Pará. Confira aqui um minidocumentário que conta sua história e mostra a mudança na vida das famílias atendidas pelo projeto.