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IPAM Amazônia | Construção de um poço Tubular Profundo em Pacajá/PA

IPAM Amazônia | Desenvolvimento sustentável da Amazônia pelo crescimento econômico, justiça social e proteção da integridade de seus ecossistemas.

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Construção de um poço Tubular Profundo em Pacajá/PA

13.02.2020

1.0 OBJETO

Perfuração e instalação de (01) um poço tubular profundo, PREVISTO inicialmente para até (150) cento e cinquenta metros de profundidade com fornecimento e instalação de bomba submersa até (5.000) cinco mil litros/hora, na Casa Familiar Rural de Pacajá/PA.

2.0 MOTIVAÇÃO

O projeto “APOIO À PRODUÇÃO FAMILIAR SUSTENTÁVEL NOS MUNICÍPIOS DO PARÁ”, apoiado pela Fundação Brasileira de Desenvolvimento Sustentável (FBDS) e executado pelo IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) tem como principal objetivo fortalecer o desenvolvimento socioambiental, territorial e produtivo nos municípios de abrangência do projeto a partir da Linha de Transmissão Xingu-Estreito – empreendimento energético da Usina de Belo Monte. Na CFR de Pacajá, o poço tubular profundo foi identificado como melhor solução para os estudantes beneficiários, viabilizando de forma coletiva o acesso à água.

3.0 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

  • Localização: Casa Familiar Rural do município de Pacajá
  • Beneficiários: Jovens, filhos de produtores rurais familiares e professores das casas familiares rurais.
  1. Desmontagem, transporte e montagem: o transporte dos equipamentos, materiais e insumos necessários à construção do poço tubular de ida e volta é de responsabilidade da contratada.
  2. Preparação do canteiro de obra e acessos: a preparação dos acessos até a locação do poço, preparação da plataforma onde será instalado o equipamento de perfuração, e o acampamento dos funcionários é por conta da contratada.
  3. Perfuração: o método de perfuração do poço é por sondagem rotativa com o circuito fechado de fluido de perfuração. Poderá ser utilizado equipamento   de acionamento  hidráulico  ou  acionamento  mecânico  pôr  cardam  e  com  mesa rotativa, desde que atendam ao determinado pelo projeto básico do poço.
  4. Profundidade: a profundidade prevista para o poço é de 150 m (cento e cinquenta metros). Esta profundidade poderá variar de 25% (vinte cinco por cento) para mais ou para menos dependendo das condições da  geologia  local  durante  a  fase  de projeto executivo do poço. A contratada se obriga a colocar equipamento para atingir a profundidade máxima prevista de 200 m (duzentos metros) nos diâmetros de perfuração e complementação previstos no projeto básico do poço. A contratada não poderá alegar problemas técnicos de perfuração como justificativa para o não cumprimento do acima especificado. Não será realizado nenhum pagamento caso a contratada não atinja as profundidades acima especificadas.
  5. Perfuração do tubo de boca: a perfuração do tubo de boca deve ser realizada em diâmetro que permita a cimentação por fora do tubo. O diâmetro interno deve ser tal que o espaço anelar entre o revestimento de boca e o revestimento do poço seja superior a 154 mm.
  6. Perfuração de furo piloto: será realizado 01 (um) furo piloto para conhecimento do perfil litológico e estabelecimento do projeto executivo do poço. O furo piloto será realizado nos diâmetros de 8 ½.
  7. Perfuração de alargamento: depois de construído o furo piloto, furo será alargado. A perfuração do poço piloto poderá a critério da contratada ser aberto nos diâmetros finais desde que este diâmetro não seja maior que 9 ¾. ‘Os  diâmetros finais  de  perfuração  devem  ser  tais  que  seja  mantido  um espaço anular mínimo de 75 (setenta e cinco) milímetros entre a parede externa do tubo de revestimento e a perfuração.
  8. Fluido de perfuração: aconselha-se que a perfuração das camadas aqüíferas seja executada com fluido de perfuração a base de polímeros. O circuito do fluido de perfuração deve ser constituído de caneleta, tanque de sedimentação e tanque de sucção. O volume do conjunto devera ser o dobro do volume final do poço.
  9. Perfilagem geofísica: recomenda-se para poços totalmente revestidos com profundidade acima de 150 metros, poços com perfil litológico complexo, poços de qualquer profundidade de alta complexidade construtiva e poços de qualquer profundidade de alta vazão.
  10. Perfilagem ótica: recomenda-se para qualquer tipo de poço, com profundidades acima de 150 metros, poços de menor profundidade de alto diâmetro e alta vazão ou poços em que o projetista, mediante justificativa técnica justifique a utilização deste recurso. Os perfis devem ser apresentados em CD-ROM, acompanhado de Relatório Técnico contendo as condições de realização do procedimento, fotogramas mostrando os aspectos principais construtivo do poço, observações quanto aos aspectos construtivos e conclusões. O Relatório Técnico deverá ser assinado e carimbado com indicação do numero de CREA pelo RT e entregue acompanhado da respectiva ART.
  11. Coleta e acondicionamento das amostras: a amostra do material perfurado deverá ser coletado a cada 2 metros de profundidade, ou sempre que ocorrer qualquer mudança litológica, de coloração do material ou na velocidade de avanço da perfuração. As amostras coletadas deverão ser mantidas no canteiro de obras limpas etiquetadas acondicionadas em caixas e organizadas em ordem crescente de intervalo amostrado à disposição da fiscalização.
  12. Abandono do poço: no caso em que a empresa contratada venha a malograr na perfuração do poço até a maior profundidade especificada, ou no caso em que tenha de abandonar o poço devido à perda de ferramenta ou pôr outro motivo, o furo abandonado deverá, às expensas da mesma, ser preenchido com argamassa de argila e cimento, podendo remover o tubo de revestimento caso queira sem ônus para a contratante. O material permanecerá sendo uma sua propriedade e não poderá ser reutilizado em outro poço da contratante. Nenhum pagamento será feito pelo poço perdido e pelo serviço de concretagem deste.
  13. Revestimento: só serão aceitos tubos de revestimentos e conexões novos. A descida do revestimento deverá ser realizada em etapa única após o condicionamento do poço. Deverá ser colocado guia centralizadora a cada 20(vinte metros) a 30 m (trinta metros) de poço no caso de se utilizar revestimento de PVC aditivado e nervurado. Deverá ser utilizado pasta de silicone nas roscas dos tubos para garantir a estanqueidade da coluna e as luvas deverão ser enroscadas até o último fio.
  14. Revestimento: o revestimento liso deverá ser de Tubo PVC Geomecâncio Reforçado. Suas conexões deverão ser do mesmo material.
  15. Boca do poço: a boca do poço deverá ser feita com a luva do revestimento para permitir a colocação do cap macho, de vedação da boca do poço. Nenhum valor será pago pela contratante pôr este revestimento. A boca do poço deverá ficar a 0,5 m (meio metro) acima da superfície do terreno ou da superfície de inundação do terreno.
  16. Pré- filtro: deverá ser de areia usinada com composição de 95% de grãos de quartzo, com diâmetro variando de 1 à 2mm, grãos arredondados, coeficiente de uniformidade abaixo de 2,5 (pré-filtro da série fina), diâmetro efetivo de 90% e fator de Krumbrain arredondado.
  17. Cimentação de proteção sanitária e do tubo de boca: pelo menos os dez metros iniciais do espaço anelar existente entre o tubo de revestimento e a perfuração, deverão ser cimentados com pasta de cimento e areia 1:3, podendo a extensão da cimentação ser ampliada para prevenir riscos de contaminação do poço.
  18. Cimentação para isolamento de aqüíferos indesejáveis: o projeto executivo do poço deverá indicar os trechos a serem cimentados com a finalidade de se isolar aquíferos indesejáveis.
  19. Laje de proteção sanitária: a laje de proteção sanitária deverá possuir 1 m (um metro) de lado, 0,15 m de espessura e caimento de 2% (dois por cento) para as bordas feitas em argamassa de cimento de traço 1:3.
  20. Desenvolvimento: deverá ser feito preferencialmente com a aplicação de dispersantes  químicos  a  base  de  polifosfatos  na  dosagem  indicada  pelo fabricante. O produto deverá ser diluído em um tonel com água antes de ser lançado pela boca do poço. O poço será considerado desenvolvido quando a água estiver sem pedriscos, turbidez inferior a 1,0 NTU, e produção de areia inferior a 10 mg/l (dez miligramas) de água.
  21. Teste de produção: o teste deverá ser realizado com bomba submersa. O dimensionamento da bomba deverá ser compatível com os resultados de vazão obtidos durante o desenvolvimento de maneira a permitir um rebaixamento entre 20(vinte) metros e 30(trinta) metros. Todo o material, energia elétrica e combustível deverão ser fornecidos pela contratada. A vazão poderá ser medida pôr recipiente de volume conhecido (ex.: tonel de 200 litros). A medida dos níveis de água dentro do poço deverá ser feita pôr medidor elétrico de nível, com plaquetas numeradas metro a metro no próprio cabo, cujo comprimento nunca poderá ser inferior a 75% (setenta e cinco por cento) da profundidade do poço. O teste será feito pôr vazão continua com duração de 24 h (vinte quatro horas), desde que o nível dinâmico se estabilize ou tenda a se estabilizar nas últimas 6 h (seis horas), caso contrário o teste será prolongado pôr mais 6 h (seis horas). O resultado do teste deverá ser entregue no formulário da contratante parte integrante desta especificação.
  22. Teste de recuperação: concluído o teste de produção é iniciado imediatamente o teste de recuperação do poço. O procedimento do teste consiste na medida do tempo de recuperação do nível estático original do poço, isto é feito com o preenchimento da planilha fornecida pela contratante. O teste de recuperação será dado pôr concluído quando o nível da água retornar à posição original ou próxima do nível estático (NE). O resultado do teste deverá ser entregue no formulário próprio fornecido pela contratante.
  23. Ensaio de verticalidade e alinhamento: um poço está na vertical quando o seu eixo coincidir com a linha vertical que passa pelo centro da boca do poço e alinhado quando seu eixo é uma reta.
  24. Limpeza e desinfecção do poço: deverá ser realizado após o teste de produção e de verticalidade e alinhamento. A área em volta do poço deverá ser completamente limpa e restaurada. Para desinfecção deverá ser utilizada solução de cloro que permita se ter um teor residual de 5 ppm (cinco partes pôr milhão) de cloro livre, com repouso mínimo de 2 (duas) horas.
  25. Coleta de amostra: deverá ser realizada 12 (doze) horas após a desinfecção do poço. Os seguintes procedimentos deverão ser adotados: bombear a água durante aproximadamente 1 hora; fazer a desinfecção da saída da bomba com solução de hipoclorito de sódio a 10%, deixando escorrer a água pôr aproximadamente 5 minutos; proceder a coleta da amostra, segurando o frasco próximo à base na posição vertical, efetuando o enchimento; deixar espaço vazio para possibilitar a homogeneização da amostra. As amostragens para análise bacteriológicas deverão ser realizadas antes da coleta para outro tipo de análise. A amostragem deverá ser feita utilizando-se de frascos de vidro neutro ou plástico autoclável, não tóxico, boca larga e tampa a prova de vazamento. Após a coleta as amostras deverão ser mantidas em gelo para conservação devendo ser respeitado o tempo de entrega exigido pelo do laboratório.
  26. Tamponamento do poço: concluídas todas as etapas de construção e teste de produção do poço, o mesmo deverá ser lacrado com chapa soldada ou tampa rosqueável.
  27. Conjunto elevatória – Instalação de conjunto elevatória do sistema utilizando:- um Motor-Bomba submersa monofásica, Modelo 4BPS 13-i – 15 estágios para 10m³/h em 80 MCA marca Ebara ou similar,- painel de comando para sistema motor-bomba contendo: caixa metálica, Contador, Relê Térmico, Contador Auxiliar, Amperímetro, Voltímetro, Relê de Tempo, Disjuntor para Rede, Capacitor de Partida, Capacitor de Funcionamento, Comutador (M_O_A) e Bornes para boia,- fornecimento de material elétrico da bomba submersa no poço e sua ligação ao quadro de comando com cabo elétrico submerso de PP 3x10mm de diâmetro.
  28. Sistema elétrico – execução completa das instalações elétricas de todas as unidades do sistema (construção de 01 (uma) subestação monofásica abaixadora de 10KVA/19,96KV/254/127V; rede de dutos SPDA e aterramento; fornecimento e instalação de luminária com 01 lâmpada fluorescente de 20 Watt; tomada universal).
  29. Relatório técnico do poço: Constarão dos seguintes documentos conforme os modelos padronizados da contratante todos assinados pelo responsável técnico (RT) do poço. O relatório deverá conter os seguintes elementos: nome do contratante; localização do poço; cota do terreno; método de perfuração e equipamentos utilizados; perfil litológico e profundidade final do poço; perfil composto; materiais utilizados com indicação de diâmetro tipos e espessura; cimentações com indicações dos trechos cimentados; planilhas de teste final de produção, com todas as medidas efetuadas, duração, data, equipamentos e aparelhos utilizados; análise físico-química e bacteriológica da água, firmada pôr laboratório idôneo; indicação da vazão de exploração do poço e respectivo nível dinâmico e indicação do nome, número de registro no CREA e assinatura do profissional habilitado.O boletim de análises físico-química e bacteriológica deverá atender ao que determina a Portaria n.º 1.469, de 29 de dezembro de 2000 do Ministério da Saúde, republicada no DOU n.º 38-E de 22/2/2001, Seção1, pág. 39, que estabelece os procedimentos e responsabilidade da água para consumo humano, e dá outras providências. As análises físico-químicas e bacteriológicas deverão atender as seguintes tabelas da Portaria n.º 1.469: Tabela 1, padrão microbiológico de portabilidade da água para consumo humano; Tabela 2, padrão de turbidez para água pós-filtração ou pré-desinfecção; Tabela 5, padrão de aceitação para consumo humano.O conjunto de documentos que compõem o Relatório Técnico do Poço é:
    • Diário de obra;
    • Relatório do poço;
    • Perfil geológico e construtivo do poço;
    • Relatório dos testes de produção e recuperação;
    • Boletim de análises físico-químicas e bacteriológicas;
    • Anotação de responsabilidade técnica – ART.

    Os modelos padronizados da FUNASA devem ser usados ou tomados como base para apresentação do Relatório Técnico do Poço;

  30. Placas de identificação: cada poço deverá ter uma placa de identificação confeccionada de acordo com o padrão que o IPAM enviar como modelo.

A submissão do relatório técnico e toda a documentação necessária para pedido de Dispensa de Licença de Outorga junto a SEMA/PA, com base na alteração da Resolução N° 009/09 – CERH publicada em 11/10/2010 é de responsabilidade da empresa contratada.

4.0 VISITA AO LOCAL DAS OBRAS

  1. As licitantes deverão visitar o local das obras/serviços e suas circunvizinhanças e se inteirarem dos serviços a serem executados, avaliando os problemas futuros de modo que os custos propostos cubram quaisquer dificuldades decorrentes de sua execução. Como comprovação de visita ao local das obras/serviços a licitante deverá apresentar declaração em modelo próprio.
  2. Os custos da visita ao local das obras/serviços correrão exclusivamente por conta da licitante.
  3. Em caso de dúvidas sobre a visita ao local onde serão executadas as obras/ serviços as licitantes deverão contatar com a Analista de Pesquisa Local do IPAM, pelo Telefone (93) 99151-1436, tratar com Thaynara Veloso.

5.0 PRAZO, LOCAL E CONDIÇÕES DE ENTREGA OU EXECUÇÃO

O prazo para início da perfuração é de 30 dias a partir da assinatura do contrato. O prazo para a entrega dos poços será de 20 a 40 dias após a perfuração.  O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia – IPAM – ficará responsável pelo acompanhamento das atividades e interlocução com os beneficiários.

As NFs emitidas para pagamento do serviço contratado deverão ser emitidas em nome de:

BELO MONTE TRANSMISSORA E ENERGIA SPE S.A

Presidente Vargas 955, 9º andar, sala 801, Parte Lado Oeste, Centro

Rio de Janeiro – RJ – CEP: 20.071-004

CNPJ: 20.223.016/0001-70.

6.0 RESPONSÁVEL PELO RECEBIMENTO, ENDEREÇO ELETRÔNICO E TELEFONE

 O responsável pelo recebimento do poço será a Analista de Pesquisa local do IPAM/Altamira, Thaynara Veloso.

Endereço: Rua Lucindo Câmara, nº3738. Bairro Jardim Independente 1, Altamira – PA.

Telefone: (93) 99151-1436

E-mail: thaynara.viana@ipam.org.br

7.0 CONDIÇÕES E PRAZOS DE PAGAMENTO

Contra apresentação de nota fiscal, fatura ou outra forma, se for o caso. Pagamento a ser realizado por medição, de acordo com a certificação de execução das parcelas da obra, por responsável indicado pelo IPAM.

8.0 OBRIGAÇÕES DA CONTRATANTE

  1. Efetuar os pagamentos de acordo com o previsto neste Termo;
  2. Se responsabilizar pela indicação de profissional para atestar os serviços executados;
  3. Emitir termo de recebimento final da obra e atestá-lo.

9.0 DAS OBRIGAÇÕES DO CONTRATADO

Constituem obrigações da CONTRATADA, além de outras previstas neste CONTRATO e na legislação pertinente, as seguintes:

  1. Submeter-se à fiscalização do CONTRATANTE;
  2. Não transferir, no todo ou em parte, o objeto deste contrato, sem prévia anuência, por escrito, do CONTRATANTE;
  3. Assumir integral responsabilidade por danos e prejuízos causados por culpa exclusiva da CONTRATADA ao CONTRATANTE ou a terceiros, na execução dos serviços contratados, inclusive acidente, morte, perda ou destruição parcial ou total, a pessoas, materiais ou coisas, isentando o CONTRATANTE de toda reclamação resultante de ato ou omissão de seus prepostos ou qualquer pessoa, física ou jurídica, empregada ou ajustada na execução de seus trabalhos;
  4. Executar o objeto deste CONTRATO observando os critérios de qualidade técnica, prazos e custos previstos nesse instrumento e no Processo Administrativo referido no preâmbulo, refazendo todos os serviços eivados de defeitos, erros, falhas e omissões, ou qualquer irregularidade constatada, resultante de trabalho mal executado, sem qualquer ônus para o CONTRATANTE;
  5. A Contratada se compromete a utilizar qualquer informação e/ou documentos obtidos da Contratante, ou proporcionados por ela para fins do presente contrato, exclusivamente para as atividades aqui estipuladas.
  6. Refazer, todo ou em parte, os produtos aqui contratados se por ventura não estejam os mesmos na conformidade do que estabelece este contrato e o Termo de Referência, correndo por sua conta as despesas advindas das modificações necessárias;
  7. Entregar no prazo o produto deste instrumento contratual;
  8. Dispor de tempo para participar em reuniões técnicas com a equipe do IPAM sobre o planejamento das atividades de campo;
  9. A Contratada se compromete ainda, a manter o caráter sigiloso das informações ás quais poderá ter acesso em função deste contrato, tomando todas as medidas cabíveis para que tais informações somente sejam divulgadas àquelas pessoas que delas dependam para a execução dos serviços objeto deste contrato.

10.0  QUALIFICAÇÃO TÉCNICA

  1. A contratada deverá comprovar ser empresa de construção de poços, devidamente cadastrada e registrada no CREA com, pelo menos, 03 anos de experiência. Apresentar CAT dos responsáveis técnicos que atenda a Decisão Normativa nº 059, de 09/05/97 do CONFEA.
  2. Deverá(ão) constar do(s) atestado(s) ou da(s) certidão(ões) expedida(s) pelo CREA, em destaque, os seguintes dados: local de execução, nome do contratante e da pessoa jurídica contratada, nome(s) do(s) responsável(is) técnicos(s), seu(s) título(s) profissional(is) e número(s) de registro(s) no CREA; descrição técnicas sucinta indicando os serviços e quantitativos executados e o prazo final de execução;
  3. Comprovação de que a licitante possui em seu quadro permanente, na data da entrega da proposta, engenheiro de minas, geólogo ou qualquer profissional que possa executar tais serviços de acordo com resolução do CONFEA que Dispõe sobre a regulamentação da atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício profissional, detentor de Certidão de Acervo Técnico pela execução de serviço de características de porte e complexidade similares ao objeto desta licitação, com quantitativos iguais ou superiores aos valores exigidos para a habilitação da licitante.> Entende-se como pertencente ao quadro permanente:- Empregado; Sócio ou; Detentor de contrato de prestação de serviços;
  4. A comprovação do vínculo empregatício do profissional far-se-á através de juntada de cópias da “ficha ou livro de registro de empregado”, através de cópia do contrato social, ou cópia do contrato de prestação de serviços. Quando se tratar de dirigente ou sócio da licitante, tal comprovação será efetuada através do ato constitutivo da mesma e certidão do CREA, devidamente atualizada.

11.0 – PROPOSTA FINANCEIRA

Aos interessados em realizar os trabalhos previstos nesse Termo de Referência, solicitamos enviar até 24 de fevereiro de 2020 a proposta comercial por meio de Pessoa Jurídica, em formato digital, para o Departamento de Compras (compras@ipam.org.br), indicando no Assunto “TDR 14.2020.77327 – “Construção de 01 poço Tubular Profundo em Pacajá/PA”.

  1. A Proposta Financeira deverá ser limitada rigorosamente ao objeto desta licitação, sem conter alternativas e deverá conter os seguintes documentos
  2. Planilha de Orçamentação de Obras devidamente preenchida, com clareza e sem rasuras,
  3. A licitante deverá apresentar o detalhamento dos Encargos Sociais e do BDI, sendo este desdobrado em dois, um dos quais para o fornecimento de materiais e equipamentos e outro para os serviços, sob pena de desclassificação da proposta;
  4. Proposta financeira deverá ser datada e assinada pelo representante legal da empresa, com o valor global evidenciado em separado na 1ª folha da proposta, em algarismo e por extenso, baseada nos quantitativos dos serviços descritos na Planilha de Orçamentação de Obra, nela incluídos os impostos e taxas, encargos sociais e previdenciários, BDI e transportes até local da obra. No caso de omissão dos referidos impostos, taxas, emolumentos tributos e encargos, considerar-se-ão inclusos no valor global apresentado;

12.0 CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO DAS PROPOSTAS

A Análise da proposta será pelo menor preço global, respeitando as especificações técnicas deste termo de referência.

13.0 RESULTADOS ESPERADOS

Deverá ser entregue 01 (um) poço tubular profundo devidamente instalado de acordo com as especificações técnicas apresentadas no presente termo de referência (item 3) e em concordância com a Resolução N° 009/09 – CERH publicada em 11/10/2010 que dispõe sobre o processo de Dispensa de Licença de Outorga junto a SEMA/PA. O pedido de Dispensa de Licença de Outorga, a perfuração e implementação do poço, assim como a instalação das placas de identificação são de responsabilidade da empresa contratada.

14.0  SANÇÕES

Refazer, todo ou em parte, os produtos aqui contratados, se por ventura não estejam os mesmos na conformidade do que estabelece este contrato e o Termo de Referência, correndo por sua conta as despesas advindas das modificações necessárias;

15.0 CONDIÇÕES GERAIS

Demais dúvidas ou sugestões, acréscimos ou qualquer fato que não estejam contemplados neste termo deverão ser encaminhadas ao responsável pelo recebimento da obra, indicado pelo IPAM, pra que seja deliberado e solucionado pelo contratante.

 

Jesus Freitas

Supervisor de Compras – IPAM

Se candidate

Anexar currículo (Somente PDF)