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28 de Fevereiro de 2012

Centro de Gerenciamento de Riscos teme desmoronamentos às margens do Rio Acre

Graça Adjuto

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Relatório do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres, publicado na madrugada de hoje (28), informa que está baixando o nível das águas do Rio Acre, mas que “essa situação traz consequências preocupantes”, como os desmoronamentos às margens do rio.

O documento é assinado por Armin Braun, chefe do centro, vinculado à Secretaria Nacional de Defesa Civil. Conforme o relatório, o rio baixa na velocidade de 2 centímetros a cada três horas. Ontem (27) à noite (18h no Acre), o nível do rio baixou para 17,51 metros em Rio Branco (o volume normal fica na faixa de 14 metros).

Antes da cidade (à montante), “o Rio Acre praticamente retornou ao seu leito normal”, acrescenta o relatório sobre a parte do rio que passa pelos municípios de Assis Brasil, Brasileia e Xapuri (sul do estado). De acordo com o documento, o rio apresenta “níveis críticos na cidade de Bica do Acre, no estado do Amazonas” que fica após o Porto Acre (à jusante).

Conforme a Coordenadoria da Defesa Civil do Acre, 133,3 mil pessoas foram afetadas. Dessas 105,6 mil estão desalojadas e 11,6 mil estão desabrigadas. Em números absolutos, a população de Rio Branco é a mais afetada (101,3 mil), seguida dos habitantes de Brasileia (19,6 mil) e Santa Rosa do Purus (6,8 mil).

Leia matéria completa no site da Agência Brasil

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